sábado, 30 de julho de 2011

#Novidade Landmark:


“TALVEZ EU NÃO TENHA VIVIDO EM VÃO...”: AS ÚLTIMAS PALAVRAS DE GRANDES LÍDERES, CIENTISTAS, ARTISTAS E PENSADORES DE NOSSA HISTÓRIA
PUBLICADO PELA EDITORA LANDMARK, CHEGA ÀS LIVRARIAS O LIVRO QUE REGISTRA AS ÚLTIMAS PALAVRAS DE GRANDES NOMES DO BRASIL E DO MUNDO



A biografia de grandes nomes sempre gerou grande fascínio e interesse daqueles que tem a curiosidade de conhecer os aspectos mais íntimos e
ocultos de grandes líderes, cientistas, artistas e pensadores que ajudaram
a construir nossa história e permaneceram ativos por meio de seus legados e influências sob nossa sociedade, além da presença viva no imaginário de cada um.

Na iminência da morte, muitos dos que buscam as últimas palavras proferidas por esses grandes ícones mundiais têm a expectativa de um último momento iluminado, permeado por sábias e brilhantes manifestações, enquanto outros aguardam a reafirmação de uma crença, de valores ou causas defendidas. Há também aqueles que aguardam pelo inimaginável e geram a expectativa de que toda uma trajetória seja
renegada no momento da morte de seu protagonista. Seja qual for o fim, e deixando de lado qualquer aspecto mórbido que possa assombrar esses últimos momentos de vida, é fato que as últimas palavras sempre despertaram a curiosidade e o imaginário daqueles que admiram ou reconhecem a importância desses significativos homens e mulheres em seus momentos derradeiros.

Neste mais recente lançamento, são registradas as últimas manifestações de presidentes, imperadores, líderes religiosos, políticos e civis, reis e rainhas, grandes pensadores, filósofos, artistas e cientistas, como Maquiavel, Joana D'arc, Alexandre II, Júlio César, Nero, Giuseppe Garibaldi, Henrique VIII, Elisabeth I, Francisco Ferdinando, Churchill, Mussolini, Himmler, Pinochet, Hegel, David Hume, Nietzsche, Sócrates, Voltaire, Darwin,Goethe, Oscar Wilde, Jane Austen, Beethoven, Charles Chaplin, Isadora Duncan, Frank Sinatra, John Lennin, Chopin, Victor Hugo, João Paulo II, Freud, Einstein, Fernando Pessoa, Edith Piaf, entre outras personalidades da história.

No Brasil, ao contrário de outras culturas e regiões, há uma forte ausência de registros dos grandes nomes que por aqui passaram, incluindo os presidentes de nossa nação, escritores e artistas. Ainda que raras, são apresentadas as últimas palavras de, entre outros, Tiradentes, Getúlio Vargas, Olavo Bilac, Antônio Carlos Gomes, Visconde de Taunay, Prudente de Moraes, José Carlos do Patrocínio, Machado de Assis e Ruy Barbosa, junto aos seus dados biográficos, contexto e curiosidades.



SAIBA MAIS

#Novidade Alcantis: Codex de Ouro

O Ponto do Autor:

O grupo Ponto do Autor é formado por um voluntariado entre autores, editores, produtores culturais, jornalistas e outros participantes que têm interesse em promover a literatura em nosso país.

Acreditamos que todos os estilos literários são interessantes, possuem sua riqueza e uma forma peculiar de passar aos leitores o mundo imaginado por seus criadores. Não há aqui uma preferência específica por livros de um gênero ou outro afinal, todos têm uma mensagem, frase ou citação que pode tocar a alma de alguém, e nenhum livro deixa de ser um pequeno portal que conduzirá o leitor compatível a inefáveis experiências.

A Iniciativa:

A iniciativa de criar o Codex de Ouro surgiu, antes de todas as outras coisas, do desejo de realizar um prêmio literário inédito, que viesse dar forma à opinião dos leitores por meio de uma celebração anual para os autores independentemente de suas obras terem sido publicadas por editoras de qualquer porte ou com a utilização de recursos pessoais.

Por essa razão, definimos como fator fundamental para a realização do prêmio a busca por informações disponíveis na internet, para que pudéssemos avaliar comentários, resenhas, artigos e reportagens que evidenciassem o encantamento do público leitor.

A Proposta:

O Codex de Ouro chega ao cenário literário para ser reconhecido como algo mais sensível ao leitor diverso; é um prêmio que pretende evidenciar as obras literárias que, no mérito do entretenimento, conseguem efetivamente encantar o público leitor; define os trabalhos que merecem a atenção da mídia convencional e dos grandes editores em nosso país.

As Nominações:

Livros
ROMANCE # FICÇÃO/FANTASIA # CHICK-LIT # SOBRENATURAL/TERROR # POESIA # DRAMA/POLICIAL # ANTOLOGIA DE CONTOS (INDIVIDUAL & CONJUNTO)

Publicidade e Arte
DESIGN DE CAPA # BOOKTRAILER # PUBLICIDADE ON LINE # MÚSICA

Mídia
BLOG LITERÁRIO # REVISTA L ITERÁRIA

Destaques
EDITORA # RESENHISTA # AUTOR # AUTO RA

Para saber mais clique no logo abaixo ((:


sexta-feira, 29 de julho de 2011

#Novidade Landmark: O Agente Secreto


EDITORA LANDMARK LANÇA UM DOS MAIS IMPORTANTES TRABALHOS DE JOSEPH CONRAD - “O AGENTE SECRETO” - EM PRIMOROSA EDIÇÃO BILÍNGUE.



O AGENTE SECRETO é um romance que pode parecer ser diferente a alguns em uma primeira leitura ou visualização, ou seja, apenas um thriller de espionagem, pelo contrário, é uma análise aprofundada e um retrato da impotência relativa da maioria das mulheres na sociedade britânica nos últimos anos do século 19. Ele não prega. Não defende. Conrad deixa o leitor tirar as conclusões que são pertinentes para cada pessoa. Esta é uma de suas obras mais escuras e misteriosas que capta com humor, ironia e mistério todo o ambiente social e político da Inglaterra vitoriana. O cenário é Londres; o crime, um atentado.
Londres no final do século 19 é refúgio para todos os tipos de exilados políticos. Verloc é um deles, um anarquista que passou anos sendo financiado por um governo estrangeiro em suas ações como espião, ao mesmo tempo, que presta informações à polícia metropolitana da cidade. Quando um novo embaixador é empossado, este exige que Verloc prove o seu valor, atacando alguns alvos selecionados. Sem escolha, diante de um paradoxo explorado por Conrad, Verloc inicia um movimento, que termina com um atentado, ferindo aqueles que lhe são importantes, e sendo apenas uma questão de tempo até que a polícia o encontre ou que seus “colegas” o silenciem.
O AGENTE SECRETO apresenta toda a maestria de um dos grandes escritores do século 20, um dos triunfos mais surpreendentes deste gênio da ficção que o torna um dos livros mais lidos entre os 100 mais importantes do século 20. Joseph Conrad se aprofunda de um modo quase cirúrgico dentro do submundo do terrorismo, demonstrando como a literatura pode detectar o futuro muito antes que a ciência social o faça. Conrad, na verdade, nos indica que a grande vilã da história é a era moderna na qual vivemos, uma era que distorce a tudo e a todos, incluindo a política, as relações sociais e as relações familiares. Conrad nos apresenta uma visão sombria da inércia moral e espiritual e a condenação daqueles que ousam enfrentá-la.
O AGENTE SECRETO serviu como base para o filme “Sabotage” (lançado no Brasil como “O Marido era o Culpado” e, mais tarde, como “Sabotagem”), de 1936, dirigido por Alfred Hitchcock; é um dos últimos filmes da fase inglesa de Hithcock, sendo que o diretor retornaria ao tema de conspirações e atentados mais tarde em produções como “O Homem que Sabia Demais” e "Intriga Internacional”.
Recentemente, foi adaptado também para o cinema numa produção de 1996, dirigida por
Christopher Hampton, com trilha sonora de Philip Glass e estrelada por Bob Hoskins,
Patricia Arquette, Gérard Depardieu, Jim Broadbent, Christian Bale e Robin Williams.

A NOVA EDIÇÃO BILÍNGUE
A nova edição bilíngue lançada pela EDITORA LANDMARK resgata todas as minúcias de Joseph Conrad, apresentando a crítica social de sua época aos costumes e a padrão de vida ingleses, além de apresentar corretamente a ironia e o sarcasmo de seu estilo.



JOSEPH CONRAD nasceu em 1857 numa família de patriotas empenhados em libertar a Polônia do domínio russo. Acompanhando o exílio de seus pais, teve seu primeiro contato com a língua inglesa enquanto seu pai traduzia autores ingleses. Antes de completar 12 anos, ficou órfão. Adolescente, entediou-se com a escola e escolheu a vida no mar. Aos 17 anos tornou-se marinheiro em Marselha, França. Em 1878, mudou-se para a Inglaterra, onde seguiu carreira na Marinha e ganhou cidadania inglesa com o nome de Joseph Conrad.
Publica seu primeiro livro aos 38 anos, quando se aposenta da Marinha. Em 1902, publica a novela O CORAÇÃO DAS TREVAS, em que narra o drama da destruição moral da Europa colonialista. É considerado um dos maiores estilistas da prosa inglesa. Entre seus principais livros estão: LORDE JIM (1900), NOSTROMO (1904), O AGENTE SECRETO (1907) e SOB OS OLHOS OCIDENTAIS (1911). Joseph Conrad morreu em 1924, na Inglaterra.

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quinta-feira, 28 de julho de 2011

#Dica: Damas do Photoshop

Essa dica vai para aquelas pessoas que não aquentam segurar seus dedinhos e necessitam de escrever uma história diferente para seus personagens. Sabe o Snape? Você casar ele com a Hermione? Ou quem sabe com o Lucius. Talvez a Rose Hathaway fique melhor com o Adrian do que com o Dimitri. Ou Edward tenha um desejo escondido por Jacob.

A única coisa que eu sei é que não importa o shipper (se é que você sabe do que estou falando), não importa o gênero, não importa como a história será escrita, tudo começa com a apresentação da fanficiton. Qual a primeira coisa que vimos? A capa.

Assim como o livro, a capa da fanfiction é a abertura para o que estar por vir, é o que chama atenção, é o que nos faz ler o primeiro capítulo.

E é para você ESCRITOR que eu trouxe essa dica: Damas do Photoshop



Esse grupo é composto por cinco meninas:
Ariele Cullen # Beatriz D. Câmerafilmes # Manuh # Sutta # L B CULLEN

Se você vive no mesmo mundo que eu, não necessita de apresentações. Se você não vive, ou está no lugar errado ou vive embaixo de alguma pedra no deserto

Tudo começou de maneira bem simples: a Sutta e a Ariele tinha blogs separados, então resolveram se juntar. Logo veio a Manuh, depois a Beatriz. Como o sucesso foi tanto, elas resolveram chamar a L B CULLEN para ajudar.

As meninas não fazem apenas capas; os booktrailers ou seria fictrailers ? estão fazendo tanto sucesso quanto.

Mas a coisa não para por aê: as meninas também fazem capas para livros, então futuro escritor, se prepare para conhecer as melhores capistas do mundo virtual.

A única coisa que você tem que fazer é entrar no site delas (clicando na imagem acima), preencher um pequeno formulário e pronto, seu pedido esta feito. Sem nenhum trabalho.

#Novidade Landmark: A Moradora de Wildfell Hall


A MAIS JOVEM DAS FAMOSAS IRMÃS BRONTË TEM SUA OBRA PUBLICADA PELA PRIMEIRA VEZ NO BRASIL E EM EDIÇÃO BILÍNGUE 160 ANOS APÓS SER LANÇADA
A Editora Landmark, especializada em grandes clássicos da literatura mundial, após O MORRO DOS VENTOS UIVANTES, de Emily Brontë, O ÚLTIMO HOMEM, de Mary Shelley e UMA DEFESA DA POESIA E OUTROS ENSAIOS, de Percy Shelley, lança A MORADORA DE WILDFELL HALL, de Anne Brontë.



Anne, Charlotte (autora de Jane Eyre) e Emily Brontë (autora de O Morro dos Ventos Uivantes) compõem uma das mais famosas famílias literárias do mundo. A obra A MORADORA DE WILDFELL HALL (The Tenant of Wildfell Hall) foi escrita pela caçula das
irmãs em 1848, há exatos 160 anos, pouco antes de sua morte.
A importância do romance vai além das barreiras da literatura, a obra levanta a questão do papel da mulher em plena Inglaterra na Era Vitoriana. Helen apaixona-se por Arthur Huntingdon, vai contra a opinião de sua família e sofre as conseqüências de um casamento com um homem desregrado e infiel. Mesmo apoiada fervorosamente na religião, com o desejo de superar e corrigir os maus hábitos de Arthur, Helen não obtém êxito na tentativa de livrar o marido do álcool e do ritmo justificado por ele como uma espécie de carpe diem. Com a ajuda de Frederick, irmão de Helen, uma fuga é arquitetada e Arthur abandonado. A protagonista consegue se estabelecer sob o anonimato em outra cidade, onde conhece alguém que poderá recompensar todo sofrimento e reconhecer a luta pelo destino.
O conflito entre puritanismo e liberdade que cercava a moral vitoriana é refletido na trama que recebeu excelentes críticas. Feminismo, luta pelo destino, novo posicionamento da mulher e religião são retratados por Anne, na Inglaterra do século XIX, que assinou o romance com o pseudônimo Acton Bell (bem como em outros pequenos trabalhos e poesias), pois além do conteúdo classificado como impróprio para mulheres, não era apropriado ao gênero que escrevessem livros.
A MORADORA DE WILDFELL HALL é dividida em três partes, a primeira e a terceira são compostas por escritos dos personagens e a segunda parte lê-se o diário de Helen. Os atos moldam cada personagem, tornando a linguagem ágil e viva neste clássico da literatura inglesa inédito no Brasil.
A autora, nascida em 1820 no condado de York, produziu trabalhos poéticos e dois romances, Agnes Grey (1847) e A Moradora de Wildfell Hall (1848). As irmãs Brontë não desejavam depender exclusivamente da ajuda financeira do pai e ajudavam nas despesas escrevendo sob pseudônimos. A mais nova das Brontë trabalhou como governanta num famoso clérigo no interior da Inglaterra.
Anne, considerada percussora ao denunciar a submissão da mulher na sociedade inglesa, morreu aos 30 anos, em 1849, vítima de tuberculose, bem como suas duas outras irmãs.

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#Resenha: Lonely Hearts Club


Título: Lonely Hearts Club # Autor: Elizabeth Eulberg # Editora: Intrínseca
”Eu, Penny Lane Bloom, juro solenemente nunca mais namorar enquanto viver.
Tudo bem, talvez eu reconsidere essa decisão em dez anos, ou algo assim, quando não estiver mais morando em Parkview, Illinois, nem freqüentando a escola McKinley, mas por hora, não quero mais saber de garotos. São todos escória da humanidade, mentirosos e traidores.
Sim, todos eles. A essência do mal.
Claro que alguns parecem ser legais, mas, assim que conseguem o que querem, dão o fora em você e partem para o próximo alvo.
Então, cansei.
Chega de namorar.
Fim.”



Se tem uma coisa que Penny Lane Bloom não que mais saber, é de garotos.

Após se traída por seu namorado de infância em sua própria casa, Penny decide se fechar para qualquer possibilidade de relacionamento com o sexo oposto. É quando cria o Lonely Hearts Club: o Clube dos Corações Solitários. Número de integrantes: um, apenas Penny.

As coisas ficam realmente estranhas quando Diane, sua ex-melhor amiga, volta a falar com ela. É quando a fofoca se espalha: Diane havia terminado seu namoro com Ryan. Penny não sabe como reagir, Diane fora sua melhor amiga, Ryan é seu amigo. E o mais estranho é que o (ex)casal, parece se dar muito bem.

Lonely Hearts Club - Número de Integrantes: 2 (Penny e Diane)

Então as coisas começam a tomar proporções gigantescas e o clube se torna a sensação das meninas em McKinley. De duas integrantes o clube passa a ter 30, 40. Não importa. O que importa é que todas as meninas se uniram para se vingar de todos aqueles péssimos encontros, todas as traições e mágoas.

Agora, Penny é idolatrada por todas as meninas do colégio. Mas será que nenhum vale a pena? Será que é possível ser apenas amiga deles, sem que nenhum sentimento venha À tona?
Na verdade, a pergunta é: Será que Penny vai conseguir seguir as regras do Lonely Hearts Club?

Elizabeth Eulberg tem uma maneira única de escrever. De um modo simples e direto ela mostrou o que todas as meninas podem sentir durante uma traição ou quando estão apaixonadas. Apesar do livro ser pequeno, foi o suficiente para que ela deixasse marcada a história para os leitores.

Uma leitura fácil, simples, super divertida. Existem algumas pequenas citações referentes a Harry Potter, que quem é verdadeiramente fã do bruxo vai se apaixonar ainda mais pelo livro.

Quem realmente morrer por esse livro, são os fãs de Beatles, os únicos garotos permitidos a entrar no clube e na vida de Penny.

“- Fiquei muito feliz de você ter aceitado ir comigo ao show. Vai ser legal passarmos um tempo juntos fora da escola.
Eu fiquei olhando para ele.
- A gente se vê amanhã – ele disse.
E quando passou correndo devagar por mim, esticou a mão e apertou de leve meu braço.
Não havia a menor possibilidade de isso terminar bem.”

quarta-feira, 27 de julho de 2011

#Shelfs&Books



#Novidade Landmark: O Último Homem


“O ÚLTIMO HOMEM”, DE MARY SHELLEY, EM VERSÃO BILÍNGUE, NOS 210 ANOS DO NASCIMENTO DA AUTORA.



O ÚLTIMO HOMEM foi escrito por Mary Shelley em 1826 e publicado na Inglaterra em três volumes logo após à morte de seu marido, construindo uma visão do futuro, descrita a partir de um manuscrito profético, onde é apresentado o final da humanidade.
O protagonista da história, Lionel Verney, filho de uma família nobre lançada à pobreza, pela rudeza e orgulho desmedido, ao longo da narração é transformado, psicológica e emocionalmente, através de suas relações com amigos e familiares e da terrível guerra que assola o mundo, cujas conseqüências levariam a Humanidade à destruição: uma praga que gradualmente mata a todos, homens e mulheres, sendo Verney o único humano imune que testemunha a gradual destruição de todos a sua volta.
Ambientado no século XXI, o romance apresenta seis personagens cujas vidas, independente de tempo e localização, estão entre a suposta última geração de humanos sobre a superfície da Terra, destruída por uma praga incontrolável: o narrador e último sobrevivente, Lionel Verney; sua irmã, Perdita, esposa de Lorde Raymond, aventureiro, herói, membro da nobreza, e finalmente, chefe de estado da Inglaterra (esta uma república governada por um lorde protetor eleito); Adrian, Conde de Windsor, filho do último rei da Inglaterra; a irmã de Adrian, princesa Idris, que desafia sua mãe, a condessa de Windsor e casa-se com Lionel; e Evadne, uma princesa grega, amada por Adrian, mas que o rejeita em favor de sua paixão por Raymond, o que resulta em um romance adúltero.
A vida dos personagens é apresentada em um contexto no qual os interesses pessoais e domésticos são substituídos pelas exigências políticas, e estas suplantadas por uma praga incontrolável que engolfa toda a espécie humana.
Na introdução do livro, um narrador desconhecido afirma ter encontrado na caverna da sibila Cumana, sacerdotisa de Apolo, um manuscrito escrito por esta última, onde são descritos acontecimentos narrados que ocorrerão dois séculos depois, contando como a humanidade seria destruída. Verney é mostrado inicialmente como um homem impulsivo, valorizado pelos arroubos da juventude, cuja lei do mais forte acaba por remodelando sua alma, através do amor, o único poder verdadeiro, transformando-o em uma figura heróica, humana, apesar de educada e sensível.
O ÚLTIMO HOMEM é um conto de fadas para adultos, com cenas de batalhas vividamente descritas, mortes por pragas incuráveis e amores ardentes. Se O ÚLTIMO
HOMEM
é um romance de ficção científica, é notável a ausência de termos tecnológicos e invenções além do seu tempo, geralmente associados ao gênero. Ao lado das descrições sobre a ciência médica e epidemiológica, um tema tecnológico central descrito no livro é o balonismo, imaginado como sendo o principal meio de transporte no século XXI.
Entretanto, a figura do balão associa-se mais à sua figura simbólica do que ao artefato em si: como resquício do século XVIII e seu Iluminismo, servindo como símbolo do conhecimento universal, progresso científico e conquista ‘prometeana’ da natureza pela razão humana, além da representação das profundas alterações sociais e culturais produzidas pelas revoluções do século XVIII, sobretudo a Revolução Francesa.



MARY WOLLSTONECRAFT SHELLEY (1797-1851), mais conhecida por Mary Shelley foi uma escritora britânica, filha do filósofo William Godwin e da pedagoga e escritora Mary Wollstonecraft. Manteve um relacionamento longo com o poeta Percy Shelley, casando-se com o mesmo em 1816, depois do suicídio de sua primeira esposa. Sua obra mais famosa é "Frankenstein, ou Moderno Prometeus" escrita entre 1816 e 1817.
O romance obteve grande sucesso e gerou todo um novo gênero de horror, tendo grande influência na literatura e cultura popular ocidental. Esta obra foi escrita após o encontro do casal Shelley com Byron, em sua mansão às margens do Lago Genebra, encontro este que produziu uma série de textos, poemas, romances de autoria de Byron, e do casal Shelley.
O casal mudou-se para a Itália, onde sofre a perda de dois filhos, além do falecimento de seu marido em 1822 em um naufrágio próximo a Livorno, lançando-a em um longo período de recolhimento. Apesar da relação conturbada com o marido, Mary passou a reverenciá-lo após sua morte, com a organização de toda sua vasta produção poética. Entrementes, Mary encontrou tempo para produzir outras obras, contudo sem a mesma qualidade de "Frankenstein". Em 1826, Mary produz o que a crítica especializada considera sua melhor obra "O ÚLTIMO HOMEM", pioneira da ficção científica que influenciou toda uma geração de escritores deste gênero na Inglaterra, entre eles H. G. Wells.

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terça-feira, 26 de julho de 2011

#Resenha: Estrela Píer - o tempo, a chuva, o outro





Título: Estrela Píer # Autor: Kamila Denlescki # Editora: Novos Talentos da Literatura Brasileira

Lucia Píer Eli vence um concurso para conhecer o astro hollywoodiano mais cobiçado pelas mulheres e pelo paparazzis, o ator inglês Richard Clevehouse.
Embarca para Londres com a certeza de que, em breve, voltará para sua monótona vida em São Paulo.
Entretanto, isso não acontece.







Outro livro nacional para minha estante. Como alguns já sabem, eu não sou uma fã nacional, mas devo confessar que os livros que ando lendo estão me supreendendo muito.

Essa é a história de Lucia Píer Eli, uma simples menina que vive em São Paulo. Jovem, normal e bonita, Lucia trabalha como bibliotecária para juntar dinheiro para faculdade.

Em um de seus dias de trabalho, Lucia escuta sobre uma promoção de uma marca de shampoo que a levaria para conhecer ninguém menos que Richard Clevehouse, o ator mais lindo, charmoso e inglês que poderia existir. E sabendo que não tem nenhuma chance - afinal é uma pessoa entre milhares de fãs - Lucia nem perde seu tempo.

Porém, algumas semandas depois, ao chegar em casa, recebe um telefonema: ela havia sido a escolhida para conhecer Richard. Quem a havia inscrito fora sua avó, Marisa, que tinha um estranho sexto sentido, de que essa viajem mudaria vida da neta.

Com medo e relutante, Lucia embarca em um avião com destino à Londres. Ao chegar na
terra da Rainha, a simples bibliotecária recebe tratamento de rainha: cabelos, unha, pele, roupa, maquiagem. Tudo o que era necessário para ficar maravilhosa para um encontro com o ator inglês.

Apesar de não ser muito fã do rapaz, Lucia se sente nervosa com o encontro. Ao se encontrar com Richard ela se sente melhor, afinal ele era um cara simples e bonito. Entretanto, durante o jantar, a postura de Richard começa a mudar de simpático para misterioso. Sem perguntas, ele simplesmente pega Lucia pelo braço e arrasta para fora do restaurante pela porta dos fundos.

E é quando começa a caçada contra... sei lá. Lucia não fazia a menor idéia do que ela estava correndo, mas ela somente tinha a sensação que deveria confiar naquele rapaz que tinha a mesma marca de nascença que ela: uma estrela.

Segredos, ação, romance e muita adrenalina. Esse é o enredo de Estrela Píer.

Kamila escreve perfeitamente, não há nenhuma confusão, apesar de termos muitos personagens, muitos vilões. Ela guia a história com destreza. Um leitura fácil, simples e muito... tá, eu ia falar relaxante, mas não é. Eu fiquei louca para saber o final, não conseguia parar de ler. Fiquei aflita por Lucia, por Richard, pelo que aconteceria com ele.

Os cenários são ótimos. Fáceis de serem imaginados, detalhes obejtivos.

Quer entrar em contato com a Kamila? Comprar o livro? Vá ao blog da autora. Livro recomendado.

#Novidade Landmark: O Morro dos Ventos Uivantes



O CLÁSSICO “O MORRO DOS VENTOS UIVANTES”, DE EMILY BRONTË CHEGA ÀS LIVRARIAS EM VERSÃO BILÍNGUE.
Editora Landmark traz mais um sucesso da literatura mundial aos leitores brasileiros no ano em que se completa 160 anos de seu lançamento.



O único romance escrito por Emily Brontë, O MORRO DOS VENTOS UIVANTES, foi publicado em 1847 e atribuído a um certo “Ellis Bell”. Pseudônimos literários eram comuns na época, e usados principalmente por escritoras que aspiravam à consideração séria dada aos correspondentes masculinos. Como de hábito, grassavam debates sobre a identidade do autor. Um ano antes, as três irmãs Brontë – Charlotte, Emily e Anne – haviam publicado uma coletânea de poemas em nome de “Currer, Ellis e Acton Bell.
Nos círculos literários ingleses era crença generalizada que as ”Irmãs Brontë” e os “Irmãos Bell” fossem as mesmas pessoas. No entanto, o simples crédito deu margem a
controvérsias: que “Bell” seria, realmente, qual das irmãs Brontë? Para complicar o assunto, alguns leitores garantiam que os três pseudônimos, na verdade, pertenciam a Charlotte. Já outros sugeriam que os demais pseudônimos “Bell” não se relacionavam com nenhuma das irmãs, e serviam de camuflagem para algum outro escritor.
Até a morte de Emily, em 1848, ela ainda não havia sido oficialmente reconhecida como a autora de O MORRO DOS VENTOS UIVANTES – o que só aconteceu em 1850, quando a segunda edição do romance saiu com seu nome. Críticos da época reagiram com
indiferença à obra, comparando-a desfavoravelmente como Jane Eyre, de Charlotte Brontë, enquanto outros achavam o livro excessivamente mórbido e violento.
Finalmente, a reavaliação crítica gradual – encabeçada por Charlotte – resultou no reconhecimento do gênio de Emily e na aceitação do O MORRO DOS VENTOS UIVANTES como uma obra-prima singular, representando um distanciamento radical de tradição vitoriana de romance.
Enquanto outros trabalhos contemporâneos eram densamente povoados, este tinha objetivos estreitos: enquanto outros se baseavam em ações complexas, geralmente tortuosas, Ventos Uivantes era livre de cenas arquitetadas, resultando seu drama do choque de vontades. Uma rica mistura de romantismo e realismo, ele transborda de paixão, turbulência e misticismo – “o horror” – conforme observou Charlotte – “da grande escuridão”.
O MORRO DOS VENTOS UIVANTES já foi adaptado mais de vinte vezes para o cinema, rádio e TV. A versão de 1939 é a mais reconhecida, tendo Laurence Olivier, David Niven e Merle Oberon, como as personagens principais, ganhadora do Oscar de melhor fotografia e indicado para outras sete premiações; as versões mais recentes são as de 1992, estrelada por Juliette Binoche e Ralph Fiennes, e uma modernização de 2003, produzida pela MTV.



EMILY BRONTË (1818-1848): Escritora proeminente, poetisa britânica, autora do
cultuado livro "O Morro dos Ventos Uivantes" (Wuthering Heights), além de inúmeros poemas. Emily Brontë nasceu no Thornton em Yorkshire na Inglaterra, irmã mais nova de Charlotte Brontë e a quinta de seis crianças. Em 1820, sua família mudou-se para Haworth, onde o pai de Emily foi um curador, e nestes arredores o seu talento literário floresceu.


Depois da morte de sua mãe, as três irmãs e o seu irmão Branwell criaram terras imaginárias (Angria, Gondal, Gaaldine), que aparecem nas histórias que eles escreveram. Poucos dos trabalhos de Emily neste período sobreviveram, exceto por
alguns poemas. Ela publicou, então, sua única obra em prosa, O MORRO DOS VENTOS
UIVANTES
, em 1847.
Embora primeiramente tenha recebido estranhas críticas, o livro tornou-se um clássico da literatura inglesa. Recebeu quatro versões oficiais no cinema e inúmeras adaptações. Faleceu em 19 de dezembro de 1848, vítima de tuberculose.

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